quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Coroa de papel

Untitled

Nunca sei como começar, não me julgue,
Talvez eu não seja mais uma princesa,
Olhando assim, eu tenho certeza.

Já não sei como andar,
Me esqueci como se caminha
Apenas me dê a mão e me guie de olhos fechados.

Desenhe em meus lábios um sorriso,
Ou apenas me abrace
Posso estar precisando disso.

O ouro enferrujou,
Minha coroa virou papel
E o vento a levou para longe.

Agora sou uma garota normal,
Nada de super-poderes
Que só você via.

Perdoe-me Tales,
Pela sinceridade de minhas palavras
Mas a culpa é sua e de seus lindos olhos verdes.


Um comentário:

  1. Cheguei ao seu blog e fiquei entusiasmado, pois foi feito com muita graça, e com muito entusiasmo.
    Gostei do que vi e li, e achei um blog fantástico, onde se aprende muito.
    Sou António Batalha, do blog Peregrino E Servo, se me der a honra de o visitar ficarei grato.
    PS. Se desejar faça parte dos meus amigos virtuais,decerto que irei retribuir,
    seguindo e divulgando seu blog.
    Desejo-lhe muita paz e um Ano Novo cheio de grandes vitórias e saúde.

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